sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Mainframe DJ

Natural de Belo Horizonte – MG
Formado em Tecnologia em Processamento de Dados
Atua como DJ desde 1985
Primeiro trabalho: Explosion Som - Clube GCAM


Desde os oito anos de idade, sempre foi ligado à música. Num primeiro momento, influenciado pela mãe, que era professora de música, tios e primos músicos. Aulas de acordeom fizeram parte de sua rotina diária, mas em pouco tempo, abandonou o estudo musical, por se encantar com o universo do rádio. Naquela época, 1978, a Rádio Del Rey FM era presença marcante em suas tardes. Através de um pequeno rádio de pilha, acompanhava "os mais novos sucessos do momento". Apaixonado pelo Rock, Funk e Disco, só se desligava desses ritmos nos finais de semana, quando toda a família se reunia onde os tios comandavam as reuniões com samba, chorinho, jazz, big bands e MPB.

Em 1984, aos 14 anos, monta em casa um mixer artesanal onde conecta duas vitrolas da Phillips e um gravador da Philco onde gravava fitas K-7 sem "intervalos" entre as músicas, para amigos e parentes. Em seguida, após observar a técnicas de DJs começa a treinar em casa. Como não possuía toca-discos com pitch control, não conseguia "fundir" as músicas. Como ainda não possuía o conhecimento técnico e profissional, parte para pesquisar em campo (discotecas e festas) a técnica utilizada pelos DJs.

Pouco tempo depois, começa a trabalhar como bilheteiro nos finais de semana em um clube. Como tinha acesso aos equipamentos profissionais da equipe de som, começou a fazer suas primeiras mixagens durante o dia. Porém, só começa mesmo a entender a "engenharia" das mixagens, ao ouvir uma conversa de um amigo (Alair - professor de dança) com o DJ Walber. A partir daí, consegue acrescentar diversos elementos às suas mixagens, quando finalmente é observado com atenção e surpresa, pelos proprietários do clube.

No início de 1985, após passar férias no Rio de Janeiro, onde comprou diversos discos, volta a Belo Horizonte com as suas "novidades musicais". Logo no primeiro final de semana, o DJ principal do Clube não comparece ao trabalho. Como os proprietários já haviam o observado, é convidado a tocar naquela noite, como substituto. A noite foi um sucesso e a partir daí começou a dividir o comando da noite com os DJs da equipe Explosion Som. Nessa época, conhece DJ Ivan. Juntos, começam a montar uma equipe de som. Devido às dificuldades financeiras, são levados a sublocar equipamentos de som e luz. É quando conhece seu grande amigo, DJ Jaime e junto com ele, Ivan e Paulinho criam a Equipe de sonorização e DJs Chicletes com Banana. Que contava com a participação de outros DJs (Luiz Cláudio, Ricardo e Jorge). Essa equipe marcou época em Belo Horizonte.

Em 1986 começa a trabalhar como DJ convidado na matinê de domingo no Monte Carlo Dancing Club, onde tem a oportunidade de conhecer o DJ Naasson, que o convida a fazer uma participação no programa Arrancada 105 da Rádio Antena 1. Então é convidado por Naasson a substituí-lo na Danceteria Ponteio, onde teve a oportunidade de dividir o comando da casa com o DJ Alberto por dois meses, quando então, assumiu o comando da casa como DJ residente. A partir de então, foram muitas festas, boates, danceterias...

Com estilo único, Mainframe DJ, apresenta um trabalho eclético, indo do soul dos anos 60-70 aos sons do cenário electro. Do puro e dançante dance hall ao hip-hop. Misturando elementos do pop-rock aos consagrados samba-rock e "new bossa nova". Seus sets são feitos para quem aprecia diversidade musical e pista cheia o tempo todo. Em suas apresentações propõe uma viajem musical aos mais diversos estilos, fundindo no seu trabalho além das suas principais influências, os mais novos estilos, propostos por DJs e produtores do sempre efervescente cenário da música eletrônica.

Em seus sets, além da batida 4/4, completada com uma sólida linha de baixo e, em muitos casos, acréscimos de "samplers", ou pequenas porções de voz ou de instrumentos de outras músicas que formam a house music, notam-se também suas sub-vertentes: Funky-House, Tech-House, Disco-House, Progressive-House, Electro-House, Acid House, Soulful House, Neo-Jazz-House entre outros.

Night Clubs, festas e programas de rádio onde se apresentou: Explosion Som, GCAM, Colégio Paulo VI, CERA, Equipe Chicletes com Banana, Monte Carlo Dancing Club, Arrancada 105 - Antena 1 FM, Rota 105 - Antena 1 FM, Danceteria Ponteio, New Balance (guest), Boate Sótão - RJ (guest), Sonzeira BH #4, Quadras Vilarinho, Só Mix - BH FM, Noite dos DJs MacDonalt's, Encontro de DJs Bar Academia, Pouso Forçado, Amnésia House - 3 Ptas, Le Club (guest), Quebrando a Miudinha II - IV, Noite da Costela Quebrada, Velocidade Máxima, República dos Gatos, Já Fui, Lapogée Club Prive, Club Fantasy, Boate Big Blue, Noite do Hawaii, Boate Space, Boate Delunare, Club MTV - BH (guest), Pop-Rock II - A Festa, Don't Stop Dance, Up-Town - BH (guest)

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

House Music

A House Music, assim chamada devido ás primeiras festas onde se tocavam este estilo de musica, em armazéns americanos no final dos anos 70. Armazém em inglês é warehouse ou, simplesmente, house. Muitos dizem que o House Music é uma vertente da disco music dos anos 70, pois foram estilos de música quase que contemporâneos. Frankie Knuckles é aclamado por muitos como o "pai" da House Music, ele que é um dos pioneiros deste gênero juntamente com outros nomes como Tony Humphries. Atualmente existem muitas sub-vertentes do house, tais como: Funky-House, Tech-House, Disco-House, Progressive-House, Electro-House, Acid House, Soulful House, Neo-Jazz-House entre outros.

O elemento comum de quase toda a "house music" é uma batida 4/4 gerada numa bateria eletrônica, completada com uma sólida (muitas vezes também gerada eletronicamente) linha de baixo e, em muitos casos, acréscimos de "samplers", ou pequenas porções de voz ou de instrumentos de outras músicas. Representa, de certa forma, também uma evolução da disco music dos anos 70. A maioria dos projetos (desenvolvidos por DJs e produtores) e grupos de house music têm como origem a Itália, a Alemanha, a Bélgica, além dos EUA e Reino Unido.

Classic House

Tudo aquilo que não pudermos classificar como Acid, Deep, etc, será Classic House. Batida seca, 4/4,com "viradas" de muitas batidas, vocais femininos, melodia alegre e com velocidade próximas a 120 a 135 BPM (Batidas por Minuto).

Os principais hits foram:

  • Everybody Everybody- Black Box
  • A Little Respect- Erasure
  • Together Forever- Rick Astley
  • I Can´t Stand It- Twenty 4 Seven
  • Girl You Know It´s True- Milly Vanilly

Apesar da House ter seu inicio no verão de 1987, no Brasil ela somente destronou outros ritmos somente em 1989, quando o Mega Hit Pump Up the Jam (Technotronic) invadiu as pistas do Mundo Inteiro, tornando a Dance Music uma mania mundial. Em 1993 essa mesma música retornou as paradas de sucesso no filme Space Jam, provando que a House Music tinha muito mais fôlego que os críticos poderiam imaginar.

Muitos, na época, falaram que a House era um estilo passageiro e que seria apenas mais um modismo, mas passados 20 anos, o ritmo dançante da House Music continua intacto e parece até com mais vigor, agora com o apoio de seus filhotes adolescentes Techno, Psy, Trance e vários outros.

Hoje no Brasil a House Music tem se difundido cada vez mais. Inumeras casas noturnas do país fazem sucesso tocando música House e convidando inclusive varios DJ's de renome internacional que passaram a tocar em terras Tupiniquins. Além disso é o estilo mais tocado em festas caseiras, entre amigos ( chill-out).

Algumas Boates conhecidas por tocarem o estilo:

  • Privilege
  • Warung Club
  • Ibiza
  • Sirena
  • D-Edge
  • Vegas
  • Clash
  • Amnesia
  • Pacha
  • Space
  • Bora Bora
  • El Divino
  • DC 10
  • The Week International
  • Eon Club
  • Liqüe
  • Bielle Club
  • Deseo

Acid house

Estilo mais radical de house, gênero musical fabricado em estúdio. O acid surgiu de uma brincadeira de Dj Pierre, com o sintetizador analógico Roland TB-303, máquina essa que veio a debitar o som acid que saiu em bastantes discos.A sustentação rítmica do acid é feita por contrabaixos eletrônicos e baterias programadas. Esses instrumentos são misturados com o auxílio de computadores a sons distorcidos de guitarras dos anos 60, orgasmos femininos repetidos e seqüenciados, metralhadoras, explosões e diálogos de filmes. Assim como o house, o acid house é feito para tocar em pistas de dança, nas quais não podem faltar canhões de laser, luzes estroboscópicas, máquinas de gelo e fumaça.

O nome "acid" foi herdado do consumo de drogas estimulantes, tipo Ecstasy, muito comum entre os freqüentadores das casas londrinas que tocam este gênero de música. A alusão às drogas aparece também em muitos nomes de canções acid. Há quem diga também que o termo "acid" refere-se ao som característico emitido por um TB-303 ao ter seus knobs de controle girados pelo artista na hora da execução de alguma linha melódica.

A data do nascimento do acid é o verão de 1987, quando a house music aporta no balneário espanhol de Ibiza, muito popular entre os veranistas ingleses. Os DJs locais dão forma mais radical ao estilo, criando o acid house. No verão seguinte desembarca em Londres e logo vira hit. O smiley, um sorriso dentro de uma bola amarela, vira emblema dos adeptos do acid house e é estampado em camisetas.

Um dos álbuns que marcam a efervescência acid foi Wanted, da "loura" Yazz puxado pelo hit "The Only Way is Up" e "Stand up", chega às primeiras posições da parada de sucessos inglesa e rende a Yazz o título de rainha da house. Também fazem sucesso Into the Dragon, do Bomb the Bass e Jack the Tab cujas músicas supostamente interpretadas por vários grupos – na verdade fictícios, criados pelos computadores do produtor musical Genesis P. Orridge.

A Acid House foi uma das primeiras vertentes da Dance Music e praticamente foi deixada de lado a partir de 1989 quando outros sub-gêneros da Dance começaram a dominar o mainstream.

Importante observar que na Dance Music, nada morre, tudo se transforma e se adapta ou seja, a Acid foi incorporada principalmente ao gênero que hoje chamamos de Techno.

Músicas de Acid House que não podem faltar:

  • Pump up the Volume - M.a.r.r.s
  • Meet Every Situation Head on M.e.s.h- Jack The Tab
  • The Only Way is Up- Yazz

Acid break

É a fusão do Acid House com suas sustentação rítmica feita por contrabaixos eletrônicos, sons distorcidos de guitarras dos anos 60 e baterias programadas, normalmente criado com o TB 303 da Roland, com as batidas quebradas do Breakbeat.

Soulful House

O estilo de House com forte influencia da Soul Music americana. Herdeiro do Garage House, tem nos DJs de New York seus maiores representantes.

Deep House

Estilo mais introspectivo de House até ao momento. Como o nome indica, baseia-se em sons profundos e calmos, sobre a batida 4/4 característica do House. É representado por diversas escolas com referencias diferentes, do mais orgânico ( West Coast) ao sintético ( Berlin, Londres).

Electro House

Estilo de House com timbres sujos, sintéticos e sombrios e com linhas de baixo ácidas,característica emprestada do electro da década de 80. sneaky sound system

Tribal House

O uso de sons tribais (sons da selva) nomeadamente na area da percursão, que é exaustivamente trabalhada. Pensa-se que o tribal surgiu de uma ligação entre a música africana e a electrónica. Pode-se dizer que o Tribal é o casamento da House Music com ritmos africanos, gerando uma mistura de sons alucinante. O Tribal ou House Tribal tem batidas pesadas e fortes, porém menos repetitivas.

Progressive House

Estilo de House que surgiu no inicio dos anos 90. Consiste numa batida 4 por 4 com um bass mais profundo, com uma atmosfera mais melancolica e emocional onde as mudanças na música ocorrem pouco a pouco ( A música vai crescendo durante a sua duração e ganhando mais energia, mais força, dai o nome progressivo).

Alguns artistas / projetos do progressive house

Artistas

Alguns projetos ou grupos de house

E existem outros tantos "sub-estilos". E toda e qualquer contribuição, é muito bem vinda.
Vamos lá, comentem!!!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

QUANDO? 2014? CUMA???

Tenho visitado, sempre que posso, em minhas leituras diárias o blog do Sr. Marcos Guterman, competende jornalista do Jornal Estado de São Paulo. Gosto dos posts que ele publica. São leves e de altissima qualidade.
Por acaso, eu estava pesquisando algo sobre mascotes das copas e caí em um artigo do Marcos, que eu não havia lido e que ele brilhantemente intitulou Copa do Mundo: começa a “guerra civil” (30.10.07).
Lido post e comentários, não consegui ficar sem escrever algo (o que nunca fiz). E acabei soltando o seguinte:

Nossa!
O mais triste de tudo, é ler os comentáios e constatar a falta de informação do nosso povo! Todo mundo fica sonhando com um Brasil (e em alguns casos BRAZIL) de primeiro mundo e não se liga nos fatos. A FIFA, bem ou mal, é uma entidade européia. É exigência para realização de uma copa, investimentos pesados em educação (o que na verdade, não soluciona muito, a ver os comentários, nosso povo não busca informação, não lê) e vive de retóricas.
É muito ruim precisar de um evento, para que aconteçam reformas de "infra", no país (e na África do Sul vem acontecendo isso).
Afinal de contas, acho que esse post apenas é para dizer de como a política (não importa o lado), sabe usar muito bem os grandes eventos como forma de propaganda.
Agora, esse negócio de CPMF já tá muito chato! Pois o que vejo, é que os que agora defendem o fim do "imposto do capeta", em outros tempos, não só criaram, como defenderam sua manutenção.
É triste saber que o país que eu tanto amo, antes de quaisquer reformas de infra, contruções maravilhosas ou ampliação da rede de saúde, educação, acesso à cultura e outras tantas reformas, necessite de não um, mas de vários "choques de gestão", no caráter, na honestidade e principalmente de inteligência!
Infelizmente, não torcemos por um país melhor (em qualquer área, que seja) e sim, torcemos por grupos e facções. A ou B, esquerda ou direita, barbudo sem cultura ou bonzinho enganador.
Continuemos assim!!! E viva a bandalheira do voto de cabresto, os currais eleitoreiros, o populismo, a troca de favores e as "viúvas de candidatos".
VIVA O VELHO NOVO BRASIL! VIVA O BRASIL DA COPA!!!

PS. Agora tenho tempo e estarei por aqui.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Você tem sede de quê? CUMA???


ACIMA, ENSAIO DA ABERTURA. JÁ DAVA PARA VER COMO SERIA...

Maravilhosa a abertura do RIO 2007!!!
Eu conheço 13 capitais brasileiras e outra centena de cidades do nosso lindo país!
Mais do que nunca, esse evento maravilhoso que acontece em nosso país prova que somos competentes SIM! PESSOALMENTE, acredito que o MARAVILHOSO RIO DE JANEIRO foi, é e sempre será a cidade perfeita para promovermos eventos dessa magnitude! Tudo no Rio contribui para eventos assim (clima, astral, beleza e a alegria e a hospitalidade da população).
Porém, senti-me envergonhado como cidadão brasileiro ao ver as vaias contra nosso presidente.
Meu repúdio se dá, devido às seguintes observações:

1 - Se somos um povo realmente informado, sabemos que esse evento só foi possível, com o apoio irrestrito do governo federal em especial, nosso presidente.
2 - Grande parte dos recursos financeiros, tiveram a garantia do governo federal.
3 - Sou totalmente a favor da democracia plena e irrestrita. Porém, estávamos em um evento esportivo, transmitido para todo o mundo (que sabia dos esforços do governo para a realização) e definitivamente, não era o cenário para manifestações de cunho político.
4 - Ficou INTERNACIONALMENTE muito FEIO para todo o POVO BRASILEIRO a atitude das pessoas que vaiaram, pois demonstrou a falta de reconhecimento e a falta de educação.
5 - Independente do evento ou país, nunca vimos coisa assim em nenhum lugar do mundo. Pois o povo sabe separar as coisas.
6 - Vaias devem ser dadas sim, mas na ocasião certa. Por exemplo: Porquê não vaiamos nas urnas? Porque não vaiamos nossos deputados, senadores, governadores (e as suas esposas que são eleitas governadoras do mesmo estato, atestando que o povo aceitou a política suja e corrupta?)

Bem, so me resta pedir para os pais - os que vaiaram e os que não vaiaram, os que elegeram ou não, esse ou aquele político, os que acreditam ou não em nosso país - que tentem educar nossas crianças, para que estas aprendam com as atitudes de patriotismo, de luta, de honra, de superação, dos nossos maravilhosos atletas brasileiros. Que os pais brasileiros, façam o impossível para que seus filhos lutem para tornarem-se novos Gustavos, Diegos, Diogos, Dayanes, Danielas, Joanas e que com o acesso ao esporte (seja ele qual for) aprendam a ter dignidade, retidão, caráter, persistência, honestidade e acima de tudo EDUCAÇÃO.
Do contrário... Continuaremos a ter como exemplos, a bandalheira dos políticos brasileiros e falta de educação de um povo, que é capaz e lindo demais, mas que não aprendeu a VOTAR e principalmente a COBRAR, cometem a absurda FALTA DE EDUCAÇÃO de mostrar ao mundo, o quanto somos incensatos.

Outras coisas no blog REPÚBICA VERMELHA.

E tenho dito!

domingo, 8 de julho de 2007

Apagão? CUMA???

Lembram daquele lance do SIVAM (SIstema de Vigilância da AMazônia)?
Então? Rolou a maior catimba. Era denúncia daqui e dalí, várias teorias da conspiração, etc, etc, etc...
Se não se lembra ou não sabe, clique nos links alí em cima.
O fato é que o projeto foi enfiado guela abaixo com o discurso de que era uma tecnologia de última geração, que as manutenções seriam periódicas, que o BRAZIL estaria tecnologicamente capacitado a proteger a amazônia legal, monitorar o tráfego aéreo, tráfico de drogas, queimadas, desmatamentos, pousos de OVNIS (huahuahuahua!), grileiros armando prá cima de índios e outras coisas mais. Moral da história, o Tio Sam mandou e o Zé Carioca (como eles conseguem conquistar essa "gente bronzeada") abanou o rabinho, dançou um sambinha e aceitou. Segundo dizem, pagaremos essa "conta" até 2015.
O que não entendo é como um sistema de última geração, integrado aos nossos sistemas de tráfego aéreo, simplesmente tem um buraco (lembra das explicações do acidente na Serra do Cachimbo do vôo 1907?) que já existia anteriormente e que, muito provavelmente, foi o "ponto de partida" para esse coiso que tá rolando nos aeroportos! Mesmo assim, a primeira vítima dessa bagunça, foi um pobre senhor que estava passeando por aqui e acabou caindo de sua nave.
Sinceramente, penso em um monte de coisas, desde um boicote dos controladores aéreos até as coisas "carochas" que os nossos meios de comunicação nos diz. O fato é que... Bem, prefiro que tirem suas conclusões pessoalmente. É só vocês irem no Portal Transparência do Governo Federal e checar os dados relacionados aos gastos códigos 623, 627 e 631 de 2005 até agora. Prá quem gosta de analisar números, é um portal bacana.
Eu me divirto indo lá. E não só diversão. Lá serve para me mostrar que Deus existe!!! Existe sim! Afinal de contas, graças a Ele que eu não nasci nesse planeta estranho, com uma civilização que se auto-destrói. Tão pouco nesse país, de um povo que se acha o melhor do mundo, mas é incapaz de eleger um congresso nacional!
Enfim... sou contra qualquer regime totalitário, mas na atual cena nacional, quais seriam as garantias de que o "sistema" funcionaria se passado para as mãos dos civis??? Afinal de contas e infelizmente, a maioria das pessoas nesse país, confudem demais o que é liberdade. Logo... A possibilidade de greve, boicote, operação padrão, seriam grandes. Teriam rodado, rodado e voltado ao tal do "apagão".
Gente... Começou tudo errado!
Também né? Um país que ha mais de 40 anos brinca de "aviação civil", que os investimentos no setor de controle do tráfego aéreo são na verdade máscaras, pois mesmo emitindo relatórios de investimentos e tals, os responsáveis vêm nos dizer que o equipamento é obsoleto! E o pior!!! Nenhum repórter, sequer pergunta sobre o SIVAM. Um país que não consegue administrar suas "aerovias" e ensaia uma compra "frustrada" de "caças de primeiro mundo", não dá para ser levado a sério!
"O problema é que as pessoas passaram a voar mais!" Também, né? Com passagens mais acessíveis e estradas inacessíveis, vocês queriam o quê???
Já sei! A culpa é do pobre! Depois que ele começou a voar, essa porra toda começou a acontecer, né? Sempre assim... Depois aparece a Sra. Marta Suplici, Exma. Ministra do Turismo e pede para o povo relaxar e gozar? O povo já é gozado ha mais de 500 anos, minha senhora... E melhor que ninguém, você como uma ativista política, do "partido dos desfavorecidos", deveria saber.
Porque não aparece nenhum jornalista que realmente pesquise a fundo a raiz do problema e faça as perguntas inquietantes?
E o Governo Federal ou seja lá quem for que mande nesse cú de mundo, não faz nada para que um estudo completo e ações pragmáticas resolvam isso??? Deve ser mais uma das coisas que se deve empurrar com a barriga. E como temos barrigudos na política, né?
Não sei... Enquanto isso, tenho que ficar sofrendo ao viajar em bancos desconfortáveis e ainda por cima, achar ótimo ter que receber uma barrinha de ceral, 2 biscoitos e um copo de suco, depois de esperar por 2 horas para embarcar.
Aliás... Ouvi dizer que vão instalar fumódromos (como o do Galeão) nas salas de embarque de vários aeroportos do país. Isso cheira não só cigarro mas a um continuismo do tal do apagão.
Ou seria melhor escuridão?
Escuridão? Cuma???
Posted by Picasa

Hehehehehe...

Cheguei!

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

2007.01.09


Há!
Antes de criticar alguém, procure viver sem ter pré-conceitos a respeito de tudo e de todos. Tenha coragem de assumir suas vontades, amores, prazeres... Evite cair na eterna bobagem de estar ou não dentro de um "conceito"...
A maioria das vezes, o simples é super dificil. Mas nas coisas simples, na simplicidade, é que estão as coisas realmente belas...

Conheço a Bia, há uns 2 anos... sei lá. Não conto meus relacionamentos (amizades) com tempo (anos, meses, etc.). Costumo contar em gargalhadas, lágrimas e acima de tudo, bem querer. Por isso nem sei quanto tempo conheço a Bia.

Em pouco tempo, dividimos nossos problemas e somamos nossa alegria. Ela me contava da alegria de viver com os três pandas e com o Joe e me suportava. Afinal, não é qualquer um que aguenta um louco melancólico, não é?
Tive oportunidade de encontrá-los mas na minha loucura e no meu corre-corre, não consegui. Agora sim... Pude ver o quanto eu estava perdendo em não ter o convívio com eles. É uma das famílias mais lindas que eu conheço.
Por isso, resolvi colocar aqui, o lance da BELEZA DA SIMPLICIDADE. Afinal, essas cinco crianças (Bia, Joe, Johann, Nick e Luka), são as mais novas crianças em meu jardim das boas coisas da vida.
Menina e meninos. Se cuidem e preparem-se para me suportarem.
Beijo câmbio e desligo.